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Paris “Ville de lumière”

O que falar de Paris, a ultima cidade visitada, a mais charmosa. Difícil contextualizar o que é Paris, o clima, as ruas, os cafés, as pessoas, tudo aquilo te envolve, contagia. Se você assistiu “Meia noite em Paris” de Woody Allen e ficou com vontade de viver na Paris do sec. XVIII, tenha a certeza de que você não precisa voltar no tempo, vá a Paris, curta o por do sol na Torre Eiffel, tome um vinho na Champs-Élysées, Passe por baixo do Arco do Triunfo, dedique um dia inteiro ao Louvre e é claro, se você é apaixonado por impressionismo, não pode deixar de ir no Museu d’Orsay onde há quase todas as obras de Edgar Degas inclusive a escultura “La Petite Danseuse de Quatorze Ans”, Van Gogh, Toulouse-Lautrec, Gaugin, Cézanne, e muitos outros, vai se apaixonar por Paris de ontem,  hoje.

Saímos do Charles de Gaulle às 23:30,  imigração foi tranquila, o aeroporto é muito grande, o avião andou por 10min em terra até parar e abrir as portas.

Seguimos em direção ao trem para sairmos do aeroporto, rumo ao centro, mesmo olhando os mapas do metro pela internet, de cara ainda era muito confuso, pelo horário não tinha ninguém para auxiliar, depois de muita procura, encontramos um guichê com uma moça para atender que não falava nada de inglês, nos orientou muito mau, só de sacanagem, ainda ficou com a maquina fotográfica que esquecemos no balcão e sumiu.

Dificuldades a parte, alias, deixemos a parte mesmo, a calma nessa hora é a melhor coisa a se fazer, afinal de contas você está viajando…

Seguimos para a estação Notre-Dame, para fazermos baldeação, e seguir para o nosso hotel, só não contávamos que depois da 0:00 a linha do metro próximo ao nosso hotel não operava mais, fomos obrigados a descer em Notre-Dame, que com certeza, foi a melhor coisa a nos acontecer, a medida que subíamos as escadas, a noite se iluminava, visão inesquecível, única, imponente, fervilhante, pessoas na praça, sentados ou de pé, conversando, bebendo…todo aquele clima, Notre-Dame nos contagiou e marcou o nosso primeiro instante na cidade luz…

Apresento a você mais um ensaio.

à bientôt!

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“London Calling”

“London calling”
Foi a trilha ouvida assim que o avião pousou em Londres…
O curioso em 29 de agosto além de ser o início das Para-0limpiadas, “Londres com sol?!”… Foi terminar a frase caiu um temporal, detalhe , desembarcamos na pista e tivemos que correr para o interior do aeroporto, pegamos muita chuva e vento…
Entramos no aeroporto e seguimos as placas, para “passageiros vindos da República da Irlanda”, caminhamos e nos preparamos para passar pela imigração, quando demos conta,  saimos na estação de trem do aeroporto “Gatwick”, nem passamos pela imigracão inglesa, sem entender muito naquele momento, “será que estamos ilegais na inglaterra”.
Ilegais ou não, chegamos. A dúvida era, como chegar no centro de Londres. Nos situamos e vimos a opção de irmos para a estacão London Bridge…
A passagem até London Bridge custou £12.65,  comparada a passagem do avião que gastamos €35.00 com taxa de embarque, foi um valor alto.
Logo que saimos da estação London Bridge achamos uma feira muito charmosa aonde comemos o famoso fish and fries, andamos mais um pouco atravessamos a Lodon Bridge. O clima continuava londrino, chuva e mais chuva… nada que não fosse esperado, já que dos dez viajantes 9 so falaram da chuva que não deu trégua. Após, estudar um pouco os mapas dos trens,  metro e afins de Londres, você percebe que não é tão difícil se locomover. Tudo é muito bem identificado.
Os dias que seguiram amanhecia nublado e depois o sol dava as caras. Com a presença ilustre do nosso “Astro Rei”, conheçemos uma Londres que muitos não conhecem, os parques, as praças, dominadas na hora do almoco, gravatas soltas o terno de lado, uma conversa amistosa, todos aproveitão seu lugar ao sol…
London Bridge, London Eye, Trafalgar Square, Baker street,  National Galery, Big Ben e muitos outros lugares….
Apresento mais um ensaio…
“God save the Queen”
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Belfast…

Belfast,
Saimos na sexta-feira dia 24 de agosto, para alugar um carro, sair de Dublin e seguir para Belfast. A questão da mão invertida, a princípio “parece fácil, rs”… Mas dá um nó na cabeça… Imagine o seguinte: para atravessar a rua você tem que olhar para o lado contrário ao que você está acostumado a olhar no Brasil, parace simples… Vamos lá…redobrar atenção, i40 na estrada musica boa no ipod, Belfast, ai vamos nós…
No centro de Belfast, contratamos um guia, no bureau de turismo, o Sr “Willians” muito simpático nos levou por entre as ruas e becos de Belfast, nos contando muitas histórias e lendas,   E é claro, como bom nativo que é “Belfast é muito mais inportante que Dublin…” –  Ele dizia.
– “O nosso “Spare” (um poste de metal que vai se afunilando até o topo) é muito mais importante que o de Dublin”
– “Mas o de Dublin e mais alto”- eu disse.
– “bulshit” ele respondeu…….
Em Belfast ao contrário de Dublin é  mais fácil de identificar o “nativo”…  ao mesmo tempo que é mais moderna ela e mais autêntica… Tudo bem que, para todos os lados que se observa você encontra bandeiras da Inglaterra… “God save the Queen!”
Você até chega a se questionar se vocês está na Irlanda do Norte, não passamos pela imigração para entrarmos na Irland a do Norte, depois de muita história, lutas armadas, o IRA, os anos de fome, deixamos nosso guia nativo, e seguimos…
“Titanic museun”
Curioso, não sabia  que o Titanic havia sido construido aqui, visitamos o estaleiro lugar lindo e amplo, logo a frente construiram um belo e moderno museu… é possivel passar um bom tempo visitando o museu, tomando um café, descobrindo mais sobre o navio mais conhecido do mundo, pena termos o tempo tão curto… saimos no fim da tarde, e seguimos para nosso próximo objetivo
Encontrar o Holstel, jantar, descançar… Amanhã Giant Causeway…
Amanhece em Belfast. O descançar, nao foi compreendido, já que o quarto que haviamos reservado para 6 pessoas foi usado,  e o que sobrou era para 12, “para a nossa alegria” os outros 7 chegaram no quarto às 3:00 da manhã….
Acordamos cedo tomamos nosso English brekfast ( ovos, bacon, linguiça, feijao, torradas e um Chá preto) nossa, pesado o café da manhã, só fiquei na torrada com chá.
Saimos de Belfast rumo ao Giant Causeway “calçada do gigante”- reza a lenda que a muito tempo um gigante vivia ali, esse gigante tinha um grande amor do outro lado do mar, ele então construiu essa calcada para aproximar-se de seu grande amor… O curioso é que do outro lado nessa mesma direção existe a mesma formação rochosa, vários hexágonos um ao lado do outro, em apenas um trecho da praia de pedras, nos fazem pensar se isso realmente foi feito pela natureza é muito perfeito…
Carrick-a-rede Rope Bridge – é uma ponte a uns 5km da Giant Causeway, ela liga duas formações rochosas que são separadas pelo mar, a ponte está a 20 metros de altura do mar, venta muito e a travessia é feita a pé… Confesso que a travessia da medo…mas a emoção é única…
Em meio a penhascos, pontes, lendas e Clifs, entrego a vocês mais um ensaio….
Downtown belfast
Giant Causeway
Carrick-a-Rede Rope Bridge
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Dublin – Republica da Irlanda

Depois de muita dificuldade para sair de Istambul, dentre as 3 tentativas, 2 overbooks, – eram tantos carimbos no passaporte que o agente de imigração turco em nossa saida definitiva estranhou, “overbooking” – alias nem acreditamos que iriamos conseguir, enfim, deixamos Istambul com gostinho de quero mais. Linda cidade, muitos aromas, sabores, many picture tours. Próxima parada, Dublin:

Chegada tranquila, porém, a imigração é um pouco chata, muitas perguntas, e o Rodrigo fez o favor de mudar de casa e não avisou a imigração, mais um carimbo no passaporte, ” terra de St. Patricks” até o carimbo é verde. A primeira vista descemos em um pedaço antigo do aeroporto tudo muito velho.
Pegamos um ônibus até o centro, depois o luas até a casa do Rodrigo, o luas e muito parecido como tram de Istambul, porém mais vazio, mais rápido e tranquilo.

A cidade de Dublin a princípio parece pequena prédios baixos em sua maioria, o rio Lifey corta Dublin ao meio, é um braço de mar que segue a maré, de manhã enche, a tarde baixa, muitas gaivotas estão sempre passeiam por ali… O clima em Dublin é muito parecido com Londres, sempre garoa ou ate mesmo chove forte, chuva de verão como dizem no Brasil… Mas por incrível que parece pegamos dias de céu azul, segundo o pessoal que nos acolheu…. “Vocês vieram e trouxeram o sol brasileiro a Dublin”. E um pouco da “garoa Paulista”.

Ambiente diferente, não temos mais um toque de oriente, mas… muita cultura, história, à muito tempo Celtas, Vikings, Irlandeses… Hoje República da Irlanda… Porém fica difícil de se definir qual a cara de um “cidadão irlandês. “Hoje é difícil identificarum  irlandes, grande parte das pessoas que vivem em Dublin, não são irlandeses, vieram de outros países, atrás de estudos, trabalho, ou atrás da vida pacata…. Com essa grande diversidade, fica difícil dizer que, aquele que vem em sua direção é irlandes…

Os Pubs espalhados pela cidade, oferecem musica boa e a famosa guinness, de sabor forte, apreciada por alguns, faz mais fama pelo nome do que pelo seu verdadeiro sabor “tem que estar com muita vontade, para tomar uma guinness”. Mas a experiência é única, a música tradicional, o povo animado, o “Craik” e um belo gole de guinness fazem você viajar literalmente.

O vento frio sopra forte, o sol se esgueira entre as nuvens para dar o toque que falta a cidade…

Em meio as intempéries de Dublin apresento mais um ensaio…

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Istambul, Turquia – 2012

Istambul, primeira parada para o Picture Tours.

Já comentamos um pouco a respeito dessa linda cidade, por onde passa o estreito de Bósforo, responsável em dividir Istambul em parte Européia e parte Asiática. Olha que interesante, em apenas um dia você visita a Europa e a Ásia.

O que antes parecia algo distante, se aproximou. A chegada à terra turca, novos olhares, mulheres cobertas, algumas apenas com seus olhos nus mostram a pintura negra, cuidadosa e delicada que circunda os olhos, outras com toda a face a mostra, não perdem a postura.

Tudo encanta nessa terra, estamos às vesperas do Ramadan (Ramazan na Turquia), o mês sagrado Islâmico, em espcial 3 dias no mês são eleitos para ser feriado, neste ano 19, 20, 21 – (domingo, segunda, terça), as festas começaram na sexta dia 17, chegamos no dia 16 sairiamos de istambul no dia 17 – igualzinho Brasil com emendas e pontes total 5 dias de feriado seguido, maravilha…

Destino Hotel em Sultanahmet, metro e baldeação, para a nossa alegria o metro sai logo abaixo do aeroporto de Ataturk (Mustafa Kemal Atatürk, o grande libertador do povo turco), o transporte até que funciona, porém os trens que dividem espaço com os carros são estreitos e no horário de pico, lota.

Mapas na mão e a idéia que não conseguiríamos conhecer todos os lugares que desejávamos em apenas 1 dia. Apenas uma certeza “sebo nas canelas, andar até acabar com a sola do tênis”.

Chegamos em sultanahmet, no meio da muvuca, muita gente, muitas crianças, muitas famílias, ambiente maravilhoso, foi a melhor impressão que Istambul podia nos dar. Chegamos na praça de onde avistamos as duas mesquitas mais famosas de Istambul Aya Sophia e a Mesquita Azul…respirei fundo… ai começa nossa jornada…

Quase me esqueço, vou contar só mais um “causo pro ces, pra mo de ajuda oces numa visita a Istambul”.

Caso você venha para viver o Ramazam não vá embora no meio do “Feriado” isso pode causar alguns  Overbooks, mas que no final nos renderam mais tempo em Istambul.

A partir deste momento as imagens irão contar melhor nossa jornada em Istambul…

“Apaixonante…”

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Istambul, Turquia

Merhaba,

Chegamos em istambul por volta das 17:00hs,  “Merhaba” diz o simpático policial da imigração. “Brazil, Pelé, Ronaldinho”…

A imigração é super tranquila, alias foi mais rápido que retirar as malas na esteira. Nossa demorou bastante, achamos até que havia extraviado as malas…

Em São Paulo temos uma diferença de fuso de -6 hs, saimos do aeroporto às 19:00hs com um sol das 15:00.

Começa a jornada….

Liberados do aeroporto decidimos qual a melhor forma de chegarmos no hotel,  metro ou otogar (ônibus), optamos pelo metro, alias o metro fica embaixo do Aeroporto cai dentro do metro. Cada nome difícil de se pronunciar dificil de entender, olha só: saimos de Havalimani (Aeroporto internacional de Atatürk) – Atatürk foi o primeiro presidente como disse o atendente “My Hero” – descemos em Zeytinburnu e entramos em um tram detalhe, horário de pico muito trânsito muita gente, muito quente 30º) – este tram é um trem com 5 vagõe, anda na rua como um bonde imagina o caos – descemos em Sultanahmet próximo do hotel pelo menos era pra ser, chegamos em uma praça onde se avistava Aya Sopya e o Sultan Ahmet ou a mesquita azul.

Entre mesquitas e ruas estreitas do grande bazar, com seus vendedores incistentes e intimidadores, cores, aromas e luzes, nos conduzem por ruas pedindo para serem descobertas… deixo aqui só um começo, só para dar água na boca, depois tem mais.

Hosçakal (até logo)